segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

FIM DE ANO, HORA DO BALANÇO...


NÚCLEO PAULISTA
Cumprimos nosso objetivo de participar de todas as competições de cavado. De quebra ainda nos aventuramos em algumas competições de liso.
O inédito Brasileiro de Clubes foi nossa maior conquista.
Fica para 2013 o desafio de identificar uma sede permanente, resgatar outros praticantes, montar um calendário para atividade frequente e melhorar os resultados.

FUTEBOL DE MESA GAÚCHO
Foi um ano movimentado. Federação com nova gestão dando continuidade e implantando novas iniciativas.
Sob a ótica de filiados e meros praticantes, porém com uma certa experiência sobre os ombros, destacamos o que vimos de mais positivo em 2012 e deixamos nossas sugestões como contribuição para 2013:

Pontos positivos:

- estadual por equipes com record de entidades (16);
- estadual especial com record de entidades (21);
- retorno de São Lourenço e Canguçu ao calendário de competições;
- retorno de Livramento;
- distribuição das bolinhas;
- premiação até  8º colocado;
- “pessoa certa no lugar certo” (Jader Morales é o melhor comandante de competições);
- separação do Campeonato Brasileiro.

Sugestões:

- adoção do modelo de apoio aos botonistas implantado em Cascavel com água (e energético) disponível no salão de jogos. Barato e de fácil execução (coolers com a logomarca da FGFM!)
- criação de uma cartilha normatizando aspectos importantes para a organização de uma competição, tais como: iluminação, espaçamento mínimo entre as mesas, “mural” para exposição do regulamento, critérios de desempate e outras informações pertinentes ao campeonato, material para limpeza das mesas (pano e papel), entre outros;
- padronização da premiação das competições oficiais e troféus de melhor qualidade (metal/pedra);
- resgate do histórico da competição na cerimônia de encerramento (títulos do botonista, da entidade, da cidade, etc);
- melhor distribuição do calendário. Ex: primeira competição especial de livre em 2012 (centro sul) apenas no final de maio. Três meses ociosos sobrecarrega os demais. Considerar competições não oficiais mas que são tradicionais no calendário de cada modalidade (Lagoão no Livre por exemplo);
- novos investimentos no acompanhamento online em vídeo e dados (web cam, 3G e sistema em que o juiz canta o gol e o resultado é atualizado).

Um comentário:

  1. Meus amigos paulistas da AFM Caxias,
    Estou de pleno acordo com tudo quanto foi enumerado como sugestão e assino em baixo.
    Temos de pensar profissionalmente no assunto, pois já ultrapassamos a fase em que tínhamos de garimpar troféus no comércio e indústria, elaborar campeonatos (geralmente um por ano com participantes de outras regiões) e ter um comandante orientando as competições. Já conseguimos o Jader que já é garantia de sucesso, mas temos de treinar mais gente para a continuidade.
    Com a informática, quem sabe não consigamos uma comunicação direta entre árbitro e a mesa que comanda os jogos, fazendo com que todos possam acompanhar os resultados ao mesmo tempo em os gols vão acontecendo.
    Parabéns aos amigos paulistas que mostram sua preocupação no crescimento de nosso esporte.

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