segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ENTREVISTA COM BARTHEZ


É isso ai galera!

Segue abaixo a reveladora entrevista do principal personagem da fase de classificação do Campeonato Paulista 2009: Barthez!

Ele nos conta como consegue vencer o Sérgio repetidamente e, dentre outras coisas, quais os atletas conseguiu cooptar para o seu clube (o Fundação).

Será que o Fundação conseguirá fazer frente ao Nacional do trio Lavadeira, De Boer e Chamberlain (Cristian, precisamos arrumar um apelido mais aceitável para você, OK?)

Vejam a íntegra da entrevista:

Repórter: Qual o seu nome, time, clube e há quanto tempo pratica o futebol de mesa?

Reposta: Meu nome é Renato Pinheiro de Souza, atualmente jogo com a Seleção da República da Irlanda, mas estou em transição para um River Plate. Jogo pelo Centro Recreativo e Esportivo Fundação de São Caetano do Sul, e jogo desde 1987, mas me federei em 2002.

Nota do Editor: Barthez, negocie a franquia do CA River Plate com o João Guilherme, OK? Nós temos a cultura de não jogar com times iguais! Mas parece que o João passará a ser CR Flamengo em 2010.


Repórter: Dê-nos uma idéia do seu passado na regra 12 toques. Quais seus principais feitos?

Reposta: Meus feitos no 12 toques foram mais na cartolagem do que nas mesas, consegui formar um Campeonato Paulista Universitário em 2003 que aconteceu até 2005, onde fui bicampeão dos TAU's (Abertos Universitários) e Campeão Universitário de Equipes pela Uni Sant'Anna em 2004. Campeão da Copa FPFM em 2008 e Campeão da Série A2 do Paulistão em 2003.

Nota do Editor: 5 títulos. E agora vai em busca da Série Prata!


Repórter:
Este é o quarto campeonato Paulista da regra 1 toque. Você já havia participado dos campeonatos de 2004 e 2006. É muito difícil para um botonista adaptar-se á regra de 1 toque?

Reposta: Mais ou menos difícil, pois quando falamos de 12 toques falamos dos mesmos fundamentos do 1 toque, mas com nuances diferentes, por exemplo, quando cometemos um lateral 3 toques ao nosso favor estamos "cavando", por sinal, a regra 1 toque me ajudou a jogar melhor os 12 toques pois complementou meu repertório de chutes a gol decisivos para vencer na regra. O que complicou, nessa recente mudança de regras, é o pensamento na montagem de um ataque nesse posicionamento de tiro de meta, que não é igual ao do 12 toques.

Nota do Editor: Barthez, o posicionamento no tiro de meta é simples. Prestando um pouquinho de atenção você pega as manhas!


Repórter: Você ficou satisfeito com a sua participação este ano?

Reposta: Claramente não, pois havia conseguido dois 7ºs lugares nos anos anteriores, e decaí muito tecnicamente por questão do desânimo e o desgaste em jogar "botão" ... (vetado pelo editor) ....

Nota do Editor: Polêmicas neste espaço, só entre os próprios frequentadores, (como por exemplo o fato de o Goiás ter sutilmente excluído o Milan da lista de favoritos do Paulista 2009) OK?


Repórter: Neste campeonato, como no campeonato de 2006, você venceu novamente o Sérgio. Provavelmente este foi o jogo mais marcante da primeira fase. Como você conseguiu essa proeza?

Reposta: Joguei uma final de Campeonato. Tinha dois empates e um derrota na competição e precisava vencer 3 jogos pra passar de fase pelo menos em quarto. O jogo contra o Cristian, não saiu como o planejado, pois tive de ir pra cima. Sabia que tinha condições de vencer, pois, na minha concepção, não existe jogador invencível em nenhuma regra. Pena não ter vencido o Marcelo e o Maurício. Vou pra Série Prata de cabeça erguida.

Nota do Editor: Poxa, se não fossem as dicas passadas ao Marcelo você poderia estar na Série Ouro então, né?


Repórter: Com as sucessivas vitórias sobre o Sérgio (no Pinheirão, você só foi derrotado com um gol na campainha), você considera que surgiu uma relação de pai (você) e filho (ele, botonísticamente falando)?

Reposta: Creio que de certa forma existiu uma provocação do Sérgio em jogar contra um descendente de irlandeses com uma Seleção Inglesa. Todos sabem da rivalidade entre ingleses e irlandeses. Meu retrospecto em Paulistas contra ele também me favoreceu, além da minha situação no torneio, estava criado o espetáculo.

Nota do Editor: Tá vendo Sérgio? foste mexer com o homem ...


Repórter: Você acha possível, algum dia, você estender essa relação de pai e filho para outros botonistas (como o Cristian ou o Cicero)?

Reposta: É possível, pois pra mim não existe botonista invencível!

Nota do Editor: Chegou agora e quer sentar na janelinha? Vai treinando ...


Repórter: Nas finais da Série Prata, existe a possibilidade de você enfrentar novamente o Betinho (filho do Sérgio). Você sentiu algum clima de revanche quando o enfrentou na fase classificatória? Imagina que esse clima possa estar presente nas finais?

Reposta: Não existe rivalidade, principalmente agora, que graças à abertura oficial do CRE Fundação para a Modalidade 1 toque, o Betinho se tornou nosso mais novo atleta. Junto com ele vieram o Sergio, o Artur, o Tonico e o Maurício. É um jogo que promete novas emoções.

Nota do Editor: Quer dizer que o Fundação, através do Sérgio, segue na disputa pelo título de 2009? Essas transferências foram aprovadas pelo DT do NAC? Afinal, dessa turma toda, só o Artur é "free-agent". Os demais estão sob contrato, pelo menos até 31/12/2013.


Repórter: Você incentivaria a participação de outros botonistas da regra de 12 toques nos campeonatos de 1 toque?

Reposta: Sem dúvida, na Assembléia da FPFM houve questionamentos de atletas de 12 toques do Círculo Militar e do Palmeiras sobre nossos torneios, assim como temos no Fundação atletas que migraram do 1 toque pro 12 e querem reviver os torneios de antigamente. Para mim o importante é que o Futebol de Mesa deixe de ser "... um esporte caseiro..." como diz o Cristian pra ser um esporte global.

Nota do Editor: Em 2010 tudo será mais bem organizado!

Um comentário:

  1. Ae Editor, quero direito a tréplica!!!
    Tiraram essa foto do fundo do baú!!!!1

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